segunda-feira, 16 de abril de 2012

Shakyamuni

Tenhamos o cuidado de errar menos, a coragem de corrigir mais e a vontade de refazer quantas vezes for preciso até acertarmos

Shakyamuni

Poemas escritos nas Oficinas no Teatro Ventoforte (Oficina - Teatro das Mãos)

Pinto, remendo, faço traços de setim
Ponho panos, lenços, fitas e afins
Colorindo,colorindo até não ter fim
E das mãos nascem criaturas de mim

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E lá vai ela
Com seus cabelos de lenço
Seu leque que acaricia o vento
E um vestido que voa no tempo ...
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Gargalha menina, gargalha
Que a vida dança sobre o mar de gargalhadas ...

terça-feira, 10 de abril de 2012

Suspiro do dia

As coisas caminham num labirinto de jogo do contrário onde meu sonho é o cenário da partida.

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Nesta manhã, uma flor pintou um lindo sorriso naquele rosto já cansado.
Se déssemos ao próximo mais flores ao invés de sentimentos e palavras negativas, teríamos a cada dia uma galeria de arte e felicidade em nossa alma.
 
 

sexta-feira, 30 de março de 2012

quinta-feira, 29 de março de 2012

É engraçado, na minha vida as coisas sempre possuem um ar inconstante. Sou uma equilibrista, tentando me equilibrar de corda em corda, sem saber direito para onde cada corda me levará. Sempre foi assim, e percebo cada vez mais que sempre será. E de repente surge uma corda, e outra, e outra e muitas outras.
Hoje tenho claramente meu coração como meu guia, não mais meus desejos, não mais o que eu penso que seja certo na frente de tudo ... mas sim o coração. Mas o coração não significa seus próprios desejos? Pois é, nem sempre. Percebi que muitas vezes ele não concorda com meus desejos, com os meus ares sensatos ou qualquer coisa do tipo. Muitas vezes as cordas em que tenho que me equilibrar são opostas aos meus desejos, daí percebo que realmente muitas das coisas que eu desejava, não desejava de coração. Eu queria, queria muito, mas às vezes nem sabia o  porque e o que  queria, e aos poucos isso se perdia no vento da caminhada.

Registro aqui então que nesses últimos tempos aprendi mais um ponto dessa minha jornada equilibrista: deixar o coração guiar, pois ele sabe o que a ele pertence!




Às vezes quero somente poder desfrutar dessa alegria sublime por um minuto que seja, sem que as preocupações e anseios me amordassem novamente.