Sempre justificamos nossas falhas ... isso aconteceu por isso ou por aquilo. Achamos que tendo uma justificativa, diminuímos ou até eliminamos o nosso erro. E assim erramos novamente e colocamos o outro abaixo até dos nossos erros, tornando a justificativa mais importante e desconsiderando as consequências das nossas atitudes.
quinta-feira, 27 de setembro de 2012
terça-feira, 28 de agosto de 2012
Essa música da Elis é tudo que estou vivendo neste momento ...
Sei pra onde vou, agora sei quem sou
Sei do meu caminho, eu sei com quem eu vou
Descubro o riso, invento a luz
Tudo é claro para quem quer ver
Osanah, Osanah
Pela vida afora, eu vou jogado fora
As coisas que eu guardei por guardar
Um passo à frente, um pouco atrás
Mas não fico no mesmo lugar
Osanah, Osanah
Não me importa o tempo, eu vivo aqui e agora
E quero tudo que houver para querer
O que é passado não volta mais
E o futuro inda não chegou
Osanah, Osanah
Sei pra onde vou, agora sei quem sou
Sei do meu caminho, eu sei com quem eu vou
Descubro o riso, invento a luz
Tudo é claro para quem quer ver
Osanah, Osanah
Pela vida afora, eu vou jogado fora
As coisas que eu guardei por guardar
Um passo à frente, um pouco atrás
Mas não fico no mesmo lugar
Osanah, Osanah
Não me importa o tempo, eu vivo aqui e agora
E quero tudo que houver para querer
O que é passado não volta mais
E o futuro inda não chegou
Osanah, Osanah
sexta-feira, 20 de abril de 2012
A Terra Prometida
Poder dormir
Poder morar
Poder sair
Poder chegar
Poder viver
Bem devagar
E depois de partir poder voltar
E dizer: este aqui é o meu lugar
E poder assistir ao entardecer
E saber que vai ver o sol raiar
E ter amor e dar amor
E receber amor até não poder mais
E sem querer nenhum poder
Poder viver feliz pra se morrer em paz
segunda-feira, 16 de abril de 2012
Shakyamuni
Tenhamos o cuidado de errar menos, a coragem de corrigir mais e a vontade de refazer quantas vezes for preciso até acertarmos
Shakyamuni
Poemas escritos nas Oficinas no Teatro Ventoforte (Oficina - Teatro das Mãos)
Pinto, remendo, faço traços de setim
Ponho panos, lenços, fitas e afins
Colorindo,colorindo até não ter fim
E das mãos nascem criaturas de mim
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E lá vai ela
Com seus cabelos de lenço
Seu leque que acaricia o vento
E um vestido que voa no tempo ...
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Gargalha menina, gargalha
Que a vida dança sobre o mar de gargalhadas ...
terça-feira, 10 de abril de 2012
Suspiro do dia
As coisas caminham num labirinto de jogo do contrário onde meu sonho é o cenário da partida.
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